Profissional

Psicologia


Viviane Horesh

Viviane Horesh
Especialidade: Psicologia
CRP: 15769
Atendimento: Crianças, Adolescentes, Adultos, Idosos e Grupo

Psicóloga clínica, formada pelo Instituto de Psicologia da USP. Trabalhei 3 anos no Complexo Psiquiátrico do Juqueri e 20 anos na saúde pública, pela Prefeitura de Cotia, onde me aposentei há 4 meses. Em Cotia, passei 13 anos atuando em um Centro de Reabilitação, com pacientes portadores de sequelas de problemas neurológicos. Posteriormente, no Centro de Atenção Psicosocial- CAPS adulto, atendendo pacientes psiquiátricos graves; CAPS infanto-juvenil, atendendo crianças e adolescentes graves e, também, como coordenadora da Residência Terapêutica onde moram hoje pacientes egressos de manicômios. Hoje, além de clínicas particulares, atuo em uma Unidade Básica de Saúde, no município de Santana de Parnaíba, desde 2002. Tenho especialização em Psicologia Junguiana e também em Gestão em Saúde Pública. Minha experiência na saúde pública me propiciou experienciar atendimentos diversos, com crianças, adolescentes, adultos, idosos; atendimentos individuais e em grupo. Na Psicotia estou disponibilizando o atendimento psicoterápico individual e também em grupo, pois acredito poder ser algo inovador, dinâmico, que traz bons resultados, conforme constatei em minha experiência na rede pública, além de diminuir o custo de quem procura por psicoterapia. É sabido que na atenção básica o atendimento em grupo é incentivado pela alta demanda. No entanto, na minha prática, fui percebendo que, independente deste aspecto, em muitas situações o grupo pode trazer uma série de vantagens sobre o atendimento individual. O grupo promove um espaço de acolhimento, de trocas, de identificações - ao se perceber em relação ao outro e o que é dito ressoa, de alguma forma, em cada um, toca e afeta. O grupo permite ainda a observação das relações entre os integrantes e como cada um se insere no grupo e no meio social. Por ser um processo horizontal, o “saber” fica distribuído entre todos os integrantes e não centrado no psicoterapeuta. Os grupos podem ser de adultos, ou de adolescentes, com uma média de 6 integrantes. Em minha vivencia do CAPS infanto-juvenil e também na UBS, venho acompanhando a crescente demanda de adolescentes com queixas de depressão, automutilação, tentativas de suicídio e percebo que há uma necessidade urgente de se pensar em formas de atendimento a esse público, que enfrenta tantas mudanças nos modelos de comunicação, tantas pressões sociais, reféns no uso de novas tecnologias e redes sociais. Passageiros em um mundo e em um modo de vida extremamente acelerado, perdendo ritos de passagem e até mesmo a possibilidade de administrar tantas informações e escolher seus próprios caminhos. Acompanhei ainda uma grande demanda de adolescentes com as queixas relatadas acima e constatei a especial importância que o grupo exerce, principalmente, na noção de pertencimento. Muitos chegavam perdidos, mas logo percebiam que não estavam sós e ajudavam a construir esse espaço comum e um lugar onde também poderia haver um contágio de afetos.




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