EQUILIBRE-SE!

APRENDA A MANTER A MANTER O EQUILÍBRIO DIANTE DE TEMPOS DE CRISE

Já está instalado no Brasil a crise do COVID -19 as pessoas vivem uma crise com características nunca experimentadas antes, o que pode dificultar a busca por referencia e recursos positivos para enfrentamento do cenário atual.

Somos uma sociedade que trabalha pela produtividade, hoje se depara com uma grande paralisação. De um dia para o outro fomos orientados a mudar a rotina, os hábitos e o modo como trabalhamos, estudamos e nos comportamos como pessoa. Nos foi modificado o sentimento de pertencimento a uma rotina.

Com esse bombardeio de informações, temores e apreensões podem intensificar nesse momento, cada individuo deve estimular a reflexão e analise crítica e pesquisar informações em fontes confiáveis, para protagonizar boas práticas como autocuidado emocional. O ideal é buscar informações na medida em que identificarem necessário. A situação que estamos vivenciando de crise nos desafia a monitorar melhor nossos sentimentos, desejos e temores. Temos que aprender a reconhecer as diversas potencialidades de cada situação que vivemos para assim desenvolver a multiplicidade de experiências, como a fé, a solidariedade, a mudança de perspectiva e a valorização da vida. Estamos em tempos de novos aprendizados, porém, alguns sentimentos não tão confortáveis podem fazer parte deste momento como o estresse, que a pesar de ser um estado de natureza humano que em certa medida é valioso para que o individuo identifique uma situação de perigo, é também um mecanismo de resposta fundamental para a proteção e preservação da vida no entanto quando prolongado pode causar importantes complicações fisiológicas e psicológicas.

Fique atento! Alguns sintomas comuns de estresse prolongado são: irritabilidade emocional, alterações de memória e atenção, ansiedade, tristeza, esgotamento e diminuição da vontade de realizar tarefas e rotinas prazerosas. Por isso é tão importante estabelecer uma rotina para dormir, se alimentar bem, para a realização de atividades importantes como trabalho, estudo, autocuidado e cuidados com a casa.

A inteligência emocional já faz falta até em momentos de calma e prosperidade, que dirá em meio a pressões trazidas pela crise que estamos vivenciando. Toda crise costuma vir acompanhada de desafios e pontos de vista emocional, por isso é importante pensarmos em equilíbrio, este se tona a chave para a saúde e o bem estar.

A definição de equilíbrio constitui-se por: controle total sobe os pensamentos e s ações que determinam o comportamento humano. É a capacidade de enfrentar obstáculos e ter controle absoluto dos sentimentos e reações. Por isso é tão importante monitorarmos a forma como estamos nos sentindo, mas nem sempre é fácil fazer esse monitoramento principalmente em situações emocionalmente difíceis ou dolorosas. Nestas situações a dúvida, estresse, o medo, as expectativas e a insegurança de não saber o que fazer nem como agir nos imobiliza.

Pensando em como equilibrar-se se parei para refletir o orientação de Vicente Simon dedicado a prática de mindfulness técnica de atenção plena que poderá ajudá-lo a reduzir o estresse e a ansiedade. Essa técnica trata-se:

Sete degraus do Equilíbrio emocional

1. Fazer uma pausa para alcançar o equilíbrio emocional
O primeiro passo é parar, quando percebemos uma emoção intensa ou desagradável que surge dentro de nós. Isso irá direcionar nossa atenção para o movimento emocional, nos permitindo refletir e avaliar nossas emoções que muitas vezes nos fazem agir de forma impulsiva.

2. Respirar fundo e acalmar
Prestar atenção na nossa respiração existem alguns exercícios de respiração que nos ajudam a acalmar, tornar alem de emocional, físico e biológico quando a emoção é intensa, e o exercício nos ajuda a retomar ao estado inicial e a buscar o próximo passo.

3. Tomar consciência da emoção
Observar que situações estão desencadeando as emoções: pensamento, situação e sua origem 4. Aceitar a experiência, permitir a emoção. Aceitar a emoção sem julgamento, receber as informações para produzir mudança.

5. Dar carinho a nós mesmos
Separa um momento para você, esteja com você, sem julgamento bom nem mal, faça dessa experiência um momento para colocar em prática atividades prazerosas que a tempos não encontra espaço para executar.

6. Soltar a emoção
Cumprindo os passos anteriores irá compreender que não somos a emoção e sim que estamos abrigando por tempo determinado.

7. Agir ou não de acordo com as circunstâncias
E por fim você poderá compreender se deverá agir ou não diante desta emoção.

Juliana Mascarenhas Espindola
Psicóloga Clínica
CRP 06/134697

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